Na semana passada, o CQS/FV Advogados marcou presença no Expocine 2025 trazendo para a discussão o desenvolvimento e a segurança jurídica do setor audiovisual.
No painel “Quando o Set Vira Área de Risco: Cuidado em Cena com Menores, Seguros e Compliance do Desenvolvimento à Pós-Produção”, Alessandro Amadeu, Fabiana Froes e Laura Rios apresentaram, de forma prática e interativa, os principais aspectos jurídicos que envolvem a produção audiovisual, abordando ao riscos e as responsabilidades no set, especialmente no trabalho com menores de idade, seguros e compliance.
“Levamos para o debate exemplos práticos, cases nacionais e internacionais, numa apresentação interativa com muitos elementos para que os profissionais do audiovisual pudessem entender melhor as dinâmicas e os principais cuidados em relação a esses temas. Mostramos também soluções e fundamentos legais para situações que podem surgir durante as gravações. A resposta do público foi muito bacana, todo mundo que participou interagiu e a repercussão foi excelente”, destacou Alessandro Amadeu.

Thais Colli, sócia do CQS/FV Advogados, foi a moderadora do painel Coprodução Sem Fronteiras – Editais FSA, Parcerias LATAM & Streaming” – crédito: divulgação
O escritório também esteve presente no painel “Coprodução Sem Fronteiras – Editais FSA, Parcerias LATAM & Streaming”, com a presença de Thais Colli, que debateu o momento fértil do cenário audiovisual latino-americano para coproduções que ultrapassam fronteiras, integrando políticas públicas, alianças regionais e o interesse crescente das plataformas globais.
“O audiovisual brasileiro vive um momento bastante desafiador, marcado por um aumento expressivo da competitividade entre players e produtores, somado à escassez de recursos públicos e privados. Em 2024, 58% dos projetos com Certificado de Produto Brasileiro foram financiados com recursos públicos e 42% com privados, o que mostra a necessidade de buscar modelos híbridos de financiamento. O painel trouxe perspectivas valiosas sobre esse novo cenário. É um momento de repensar a composição de recursos e fortalecer as conexões do Brasil com o mercado audiovisual global”, resumiu Colli.
Crédito da imagem do topo: Divulgação